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quarta-feira, outubro 23, 2013

Louco, loucura, loucuras...


Ninguém está isento da loucura. Todo mundo é louco de alguma forma.
Loucos por amor, loucos por carros, loucos por chocolate...loucos, apenas loucos! 
De louco todo mundo tem um pouco. Não precisa ser insano para ser tirano. Não precisa ser tirano para ser insano.
Loucura nua crua está em qualquer ato nosso. Desde de correr atravessando a rua até coisas maiores!
Loucura nem sempre é doença, pode ser um dia feliz ao lado de amigo
s onde você faz de tudo, tudo que você nunca pensou em fazer.

Cada louco com sua mania de ser louco.

sábado, setembro 28, 2013

“When everything feels like the movies
Yeah you bleed just to know you’re alive.
”

domingo, setembro 22, 2013

Dark...Dark...Dark

Mesmo que eu ria, mesmo que eu faça graça e mesmo que eu seja como dizem, palhaça, dentro de mim existe uma escuridão que já tomou conta.Morri por dentro e ninguém viu.
Então fica bem se eu sofro um pouco mais...pois ninguém nota. Mas essa escuridão, esse meu lado ruim está tomando conta de mim. E se tomar por completo, precinto uma tempestade, uma nuvem de coisas ruins sobre todos.Pois não guardo rancor, mas também não tenho amnésia...Se um dia essa bomba relógio explodir dentro de mim...vai sobrar cacos para todos os lados.  

domingo, setembro 15, 2013

Can't...

“Can’t Take My Eyes Off You”

Como pôde?

Como você pôde e ousou fazer isso comigo?
Desde do dia em que peguei sua mão, senti algo tão bom...
Depois que fui embora, você tomou conta do meu pensamento e hoje não sai mais da cabeça e do coração!
Ousado você, que chegou calado e tomando espaço, e como um súbito, roubou meu coração e quando me vi, já estava em suas mãos.
Como pode fazer isso tão rápido? Temos tanto em comum assim como temos muito o que descobrir...
Ah...até parece que você já tinha meu manual de instruções, você me entende como ninguém...

segunda-feira, setembro 02, 2013

Pieces

Mesmo que muitas coisas nos partam em milhões de pedaços, que faça com que nossos corações se quebre em vários cacos,temos que saber juntar todas as peças e de uma certa maneira colá-las.Pois a vida não pára mesmo que façamos hora e valsa.
 

domingo, setembro 01, 2013

Eu inventei o inalcançável você.


Tudo se faz tão perverso
Qualquer impulso meu dilui-se no ar
O igual-pra-igual espontâneo
Perde espaço pro desejo de acertar
E quanto mais espero, mais me nego e mais
Me faço afastar
Eu inventei o inalcançável você
Me fiz escravo do meu medo de ser

quarta-feira, agosto 14, 2013

Labirintos.

Com um vinho barato...e uma cara embragada no espelho do banheiro,pude perceber que sua falta é notável, que todo dia da semana eu venho ao mesmo lugar na tentativa de te encontrar.Pois seus lábios atraíram meus instintos mais sacanas e seu olhar distante, sempre me enganava. Mesmo sendo o fim do mundo todo dia da semana, sentia que nossa união era uma perfeita simetria.

quarta-feira, agosto 07, 2013

Once up time...or not

‘’ Era uma vez...’’Toda história começa tem esse começo.Seja bom ou ruim o seu final.
Era uma vez, uma vez em que uma garota vivia presa em sua torre.Não é Rapunzel, Cinderela, Bela Adormecida ou qualquer outra princesa. Sua torre não era vigiada por um dragão, soldado ou bruxa. Não havia seu príncipe encantado no seu cavalo branco para salvá-la.
Não tinha castelos nem reis e rainhas. Era somente ela e seus pensamentos.
Presa em um mundo só dela. Do qual ela mesma queria sair; mas não tinha abertura e espaço. Cada rachadura e brechas que ela encontrava, alçava pequenos voos e logo, voltava para seu mundo novamente. Não porque queria. Porque era necessário. Se não voltasse por conta própria, voltaria forçadamente. 
Sempre que tinha alguma aventura extraordinária, vivia com aquilo na cabeça até a sua próxima, que poderia demorar a chegar. Vivia reconstituindo cada passo, movimento, fala e sons da sua aventura vivida ou da próxima que ela imaginava.
Ouvia as pessoas lá fora, contar do que viveu em tão pouca idade e ela ainda viveu tão pouco para a idade que tinha.

Cada dia que passava, sua esperança ia diminuindo. Sua vontade de alçar voos mais altos e longos ia se desfazendo aos poucos. Percebia que por mais que tentasse, a possibilidade era mais remota e distante.
Via o vento balançar as folhas das árvores, mas não o sentia acariciar seu rosto, cochichar no seu ouvido e bagunçar de leve o seu cabelo.
Via o mar ir e vir em seus pés que não se molhavam.
Via a lua na sua mais linda aurora, mas não era iluminada por ela.
Ela existia, mas não sentia sua existência
.

domingo, agosto 04, 2013

Pequena Garota

-Está uma ótima noite, não?
-Sim, está. Foi uma ótima ideia vim acampar Jonny! -Respondeu ela com um sorriso amigável.
-Pois é, percebi que você estava tensa, precisando fugir um pouco da cidade.Não sei o motivo, já que a senhorita não me falou-Disse ele rindo.
-Éé, precisava. Mas vamos mudar de assunto e aproveitar essa última noite.Respondeu ela um pouco aflita e invetando coisas para fazer.

No outro dia, ambos juntaram suas coisas e seguiram rumo à cidade novamente.Ela, estava preocupada com o que poderia estar esperando por ela, quando chegasse a sua casa.Estava angustiada, porém, esboçava tranquilidade perante ao amigo.
Ele o deixou na porta da sua casa e se foi. Ela abriu o portão, colocou a chave na fechadura, suspirou fundo entrou.Colocou sua mochila no chão, olhou de um lado para o outro e percebeu que estava sozinha. Aliviada, se senta no sofá, liga o som e fecha os olhos. Por pouco tempo, logo o telefone toca.Ela atende e uma voz conhecida e grossa diz do outro lado:
-Olá Pequena Garota! Demorou a chegar em casa ein?!
Logo, um arrepio passou pelo seu corpo, seu coração acelerou e um desespero tomou conta. Então, ela tenta responder passando firmeza e segurança:
-Passei um tempo fora e.. - Ela foi interrompida pela voz irônica do homem:
-Sim eu sei, com um amigo seu não é? Aaaah...o Jonny...pobre garoto!Terminou dando uma risada nada convidativa.
-Oh não! O que você fez com o Jonny? - Disse ela desesperada.
-Ele está aqui comigo, já que você Pequena Garota, não veio até mim por bem, arrumei um jeito... Se você não vier depressa, não sei o que poderá acontecer com seu amiguinho...
-Deixa o Jonny fora disso! Por favor, ele não sabe de nada e não tem nada a ver com isso!!
-Deixo, deixo sim. Estou no mesmo lugar de sempre.Te espero. Se não vier, seu amigo...-Então o telefone é desligado, deixando a 'Pequena Garota' sem escolha, ela teria que ir até ao velho galpão e resgatar seu amigo.
Ela desceu até o porão úmido, que cheirava a desespero, dor. Onde paredes estavam um pouco molhadas de tinta, na tentativa vã de esconder os borrões vermelhos e no centro do porão, uma mesa de alumínio cuja tinha fachas de coro dos dois lados em cima e em baixo.Ela chega perto de um armário, o abre e pega tudo o que ia ser necessário e coloca dentro de uma mochila e retorna para a sua sala, saindo em direção ao velho galpão perto de uma floresta.
Ela caminha pensando no que Brandon, o homem que havia ligado, poderia fazer ou estar fazendo com Jonny. Lágrimas de raiva e preocupação rolavam pelo seu rosto, o que era irônico vindo de uma menina que torturava pessoas, que não tinha escrúpulos quando o assunto era matar alguém, que não tinha preocupação com a dor e o sofrimento dos outros. Pelo contrário, ela se divertia em ver o medo no olhar das pessoas em que ela prendia na sua mesa de torturas.Mas com o Jonny era diferente. Um rapaz que ela havia conhecido num bar e que foi teimoso e conquistou a sua amizade.Um rapaz cujo ela não queria ver sentir dor igual as outras pessoas. Ela gostava de conversar com ele e sentia naquele momento, a obrigação de protege-lo, pois era o único amigo que ela tinha, já que sua ''profissão'' não permitia muitos. Ela então, depois atravessar a floresta escura e fechada, depara-se com a portão do antigo galpão. Ela bate no portão e ele em seguida é aberto.Brandon estava a sua espera e a recepciona.
-Olá Pequena Garota! Como você está bela...Foi difícil te achar!Você esconde muito bem seu rastro.
-Não estou aqui para conversa, Brandon. E já que estou aqui, solte logo o Jonny!-Respondeu ela com um tom de raiva e ordem.
-Opa, vá com calma Pequena.Vou soltar seu amigo sim, mas antes...-Brandon a segura e com ela tentando resistir, prende suas mãos e diz no ouvido dela:
-Você achou que ia escapar por muito tempo né?E só um aviso, você chegou muito tarde..seu amigo já está morto! Contei tudo sobre você. Você precisava de ver- Ele a empurra e ela cai ao chão e fica com o olhar baixo e suas lágrimas escorrendo ele continua a dizer andando de um lado para o outro- o olhar de decepção dele quando eu disse que você era uma serial killer assim como eu.Ele insistia em dizer que era mentira, que uma menina tão doce como você não poderia ser uma serial killer. Eu ri e passei bem devagar a faca no pescoço dele...- E antes que ele pudesse concluir a sua fala, ela grita:
-Nãaao. Não pode ser.
Ela se levanta e enfrenta Brandon:
-Você não pode ter matado ele!
-Pequena, como você é tola, logico que eu o matei!
-Seu monstro! Como p..pod...Ei, está ouvindo essas batidas?
-Não, não ouço nada!
-Jonny?!Jonny é você? - A 'Pequena Garota' sai correndo pelo corredor gritando o nome do amigo, mas até então, não havia retorno. Ela continuou correndo e enfim ouviu:
-Lise? Lise é você?
-Jonny, sim, onde você está?!
-Estou numa saleta, me ajuda, por favor!
-Estou indo.
Então Lise abriu a porta e viu Jonny todo amarrado e foi logo se abaixando para ajudá-lo.
-Jonny, que alívio! Vou te ajudar!
-Lise, que bom ver você!
-Pronto Jonny, agora eu quero que você saia daqui.
-Lise, o que está acontecendo?Onde está Brandon?
-Eu consegui distraí-lo e não posso falar o que está acontecendo agora.Por favor Jonny, saia daqui!Venha!
- Por onde vamos?
- Tem uma janela aqui em frente a saleta, pule ela.
-Mas e você Lise?
-Terei que ficar...

Veio um forte grito do corredor, ecoando por todo o galpão:
- Lise!!Você não irá escapar!

Lise, apressada diz:
-Ande Jonny, vá!
E ele pulou a janela e Lise, a Pequena Garota, ouviu os passos apressados dele.E ela responde ao Brandon:
-Eu não vou escapar!Não quero que você vá atrás novamente do Jonny. Sou eu quem você quer, e estou aqui. Ande, faça o que tenha de fazer!
-Uau...Pequena Garota-Disse Brandon passando a mão nos longos e dourados fios um tanto quando desalinhados de Lise-Nunca pensei que um dia você fosse se entregar. Ainda mais por um amigo. E mais uma vez, a risada irônica termina mais uma fala de Brandon.Ele a amarra e a leva até a área onde ficava o antigo maquinário da antiga fábrica, que hoje só resta o galpão. Lise, desce as escadas sem mais saber o que estava fazendo, a única certeza dela era que Jonny estava a salvo.
Brandon coloca Lise numa espécie de cadeira e prende pés e mãos dela.
-Lise, Lise...é bom ter a sua companhia. Esse dia demorou mais chegou!
-Ande logo Brandon.Acabe com isso depressa!
-E perder toda a graça de ver você sofrer e sentir dor?-Disse ele segurando o rosto de Lise.-Não era você mesma que dizia que era divertido brincar com o medo e dor das pessoas? Quero confirmar isso, Pequena Garota!
-Pois bem, vá em frente!
-Você está muito corajosa. Você não era assim, Pequena Lise.

-A vida me ensinou a ser!
-Eu sei- Disse ele de costas para Lise e com um olhar distante, continuou: Quem diria que aquela menina triste e assustada que se mudou para minha rua iria se tornar essa bela e fatal mulher. Nossas famílias eram tão unidas!Pareciam que se conheciam a séculos.
-Sim, parecia.Interrompeu ela cheia de lágrias e com a voz engasgada.

-Mas isso durou pouco não é? Você chegou da escola e encontrou sua casa revirada e seus pais mortos! Na época, disseram para você, que foram ladrões. Mas você cresceu e percebeu que não havia sido isso. , E você resolveu se vingar!-Terminou ele dando um tapa em Lise.
-Sim, por mim,por meus pais e por você também.... .-Disse ela com o rosto ardendo e um pouco vermelho.-Mas quando descobri que tinha sido você que havia matado eles, fugi. Mas antes, matamos muitas pessoas ao longo do caminho, para tentar descobrir quem havia matado meus pais. Você, você me ajudava!-Gritou ela.
Mais uma vez a risada irônica ecoou pelo galpão, terminando novamente com um tapa em Lise:
-Sua tola! Você tinha que ter visto sua cara quando descobriu que era eu quem havia matado seus pais. Pena que eu tive que me ausentar, mas você me achou, acabou com meus negócios e agora eu te achei e vou me vingar!
Brandon abriu a mochila que Lise tinha trago e tirou de lá uma faca. O brilho da mesma refletiu nos olhos de Lise e ela naquele momento pôde sentir tudo o que suas vítimas sentiram. Ela engoliu seco e ficou esperando pelo pior.
Brandon se aproximou de Lise e cochichou:
- Sinta o que todos sentiram, inclusive seus pais!
Ele passou a faca sem dó nos braços de Lise, os rasgando e ela gritava de dor.Brandon ria toda vez que ela gritava e ainda dizia:
- O espetáculo mal começou, Pequena Garota!


Não muito longe dali, Jonny ouvia todo o sofrimento da amiga. Ele não havia ido embora como Lise pediu. Ele sabia que nao poderia abandonar a sua amiga, pois ela não o abandonou e ainda o salvou. Ele tomou a decisão de entrar não galpão e ajuda-la. Entrou devagar e sem muitos ruídos, desceu até perto do galpão e ficou a pensar: ''E agora? O que eu faço? Tenho que tirar Brandon de lá e salvar Lise.Já sei''
Jonny volta até a janela por onde saiu, abri e a fecha com toda a força. Logo, o barulho se esvaiu por todo o galpão chegando até Brandon, que parou o que estava fazendo e interrogou:
-O que será isso? Se for se amiguinho...ele se verá comigo! Não saia,ops, você não vai a lugar nenhum não é mesmo Lise? Rindo como sempre, subiu as escadas indo em direção ao corredor.
Jonny que estava escondido, espera Brandon passar pelo seu esconderijo e virar em direção a janela. Então ele sai correndo, desce as escadas e se depara com Lise toda machucada e ensaguentada com a respiração ofegante. Ele chega perto dela e diz:

-Lise, o que ele fez com você...
-J-Jonny, me ajuda...
-Calma,vou te soltar!
Jonny a solta, ela se ampara nos seus ombros e ambos sobem as escadas. Mas antes de chegar no topo, se deparam com Brandon que logo diz:

- Vocês não vão a lugar nenhum!- Depois de dizer isso, empurra Lise, que desce escada abaixo parando no meio da área. Jonny desesperado, tenta ajudá-la mas Brandon o segura e fala:
-Muito corajoso você rapaz!Mas você passou dos limites! Brandon carrega pelo braço Jonny até onde Lise estava. Jonny vê Lise meio desacordada, toda machucada. Brandon o joga perto dela e diz: 
-Você queria ficar perto dela não? Agora está e vai ficar para sempre perto dela. Você terá um tempo para despedir dela!
Antes que Jonny pudesse dizer algo, Lise mesmo sem forças sussurra:

-Pega...pega a faca que está na minha cintura.Mate-o por mim.Antes que Jonny a respondesse, ela continua- Não, não me responda, só faça, ele está de costas, aproveite!
Jonny pega a faca, se levanta e Brandon se vira e Jonny crava a faca no peito dele!

Brandon dá um risada sem graça e conclui:
- Você é muito corajoso, salvando sua amiga! Ganhou meu respeito.
Brandon se ajoelha e logo cai. Já morto.
Jonny corre até Lise e a tenta levantar, mas ela responde a tentativa dizendo:
-Não posso Jonny. Então ela tira a mão da barriga, mostrando um ferimento. Ela ao cair da escada, caiu em cima de uma das facas que Brandon usou para tortura-la. Jonny retira a faca dela e diz:
-Vamos Lise, você consegue.
Ela da um sorriso e diz:
-Jonny, obrigada por me ajudar. Mas não consigo. Não posso mais...
-Não Lise! Lise! -Disse ele segurando a cabeça dela em suas mãos.
-Jonny, você foi corajoso...mas, mas... você não sabe tudo sobre mim...
-Sei sim, descobri a muito tempo. Mesmo assim não desisti de ser seu amigo! Gosto de você.Não Lise, vou lhe ajudar como me ajudou.
-Jonny...
-O que foi?
-Obrigada. Amo você.... -Lise fecha os olhos encerrando ali todo o sofrimento e toda a sua vida.
Jonny sem saber o que fazer, abraça o corpo de Lise e diz:
-Você não me deixou sozinho, então não irei te deixar sozinha. Jonny pega a faca que estava em Lise e a crava em seu peito. Ali morrendo aos poucos, ele sentia-se que estava cada vez mais perto da Pequena Garota.

segunda-feira, julho 29, 2013

Coisas, coisas e mais coisas da cabeça

Não sei bem por onde começar a falar sobre algo que só passa pela minha cabeça...
É difícil passar em letras ou imagens aquilo que só se sente.
Tenho muitos medos, dúvidas que sempre me torturam. Não dá para falar como são ou quais são...
Por mais que eu parece bem, há uma casca frágil dentro de mim prestes a se romper, libertando todos os medos, dúvidas, angustias, tristezas, talvez? Ou ela pode se romper simplesmente liberando tudo isso e piorando ainda mais a situação.

Nunca vivi nada demais, sou uma pessoa comum. Que espera sempre que algo aconteça de extraordinário. Ás vezes acontece. Já aconteceu. Eu penso que tenho medo de tentar as coisas que são colocadas na minha frente. Tenho medo de alçar voo e perceber depois que o céu não é tão bonito, que as estrelas não são tão belas, que o sol não é tão quente ou que a lua não é tão bela. E depois disso, cair em queda livre no infinito desconhecido e cair no chão, quebrando as asas e com a sensação de nunca mais querer voltar a voar.
''Mas se você não tentar, nunca saberá'' ''Precisamos de cinco segundos de coragem insana ás vezes'' Do que adianta me dizer isso e não fazer na prática? Eu tento, mas mesmo que algo dentro de mim grite o mais alto possível para que eu faça, o ''monstro'' que vive em meus pensamentos me segura, me impede. 

Acho que me deixei levar demais pela minha mania de me isolar, de viver meu próprio mundo onde poucas coisas são capazes de me tirar de lá.
Não consigo mais escrever, ironia até, para quem gosta tanto de escrever e criar histórias. Imaginar situações que nunca saem da minha cabeça. Sou boa com isso, mas péssima para viver meu mundo real.

A mais ninguém


Eu e..


Eu e a minha mania de se isolar do mundo, de fugir de algo que talvez eu queria fazer mas não faço pelo fato de temer.
Temer ser feliz (?)

sábado, julho 27, 2013

sexta-feira, julho 26, 2013

quinta-feira, julho 25, 2013

É só o vento lá fora

Agimos certo sem querer
Foi só o tempo que errou
Vai ser difícil sem você
Porque você está comigo o tempo todo...

Game over.

Se eu me cansar...se eu desistir, se eu decidir seguir em frente? Sim, será sem você, vou me cansar de esperar, vou desistir de tentar e seguir em frente.Sinto um vazio mas mesmo que ele não seja preenchido, vou seguir minha vida, afinal, já vivi sem você antes, porque não posso agora?

quinta-feira, julho 18, 2013

Sentada numa grama me encontro a pensar . Distante meus pensamentos então, meu olhar fitam o horizonte e uma leve brisa toca meu cabelo, os bagunçando levemente. Quando que de repente, sinto um abraço e um beijo na minha bochecha, interrompendo o momento de pensamentos. Senta-se do meu lado a pessoa que me faz sorrir sem muita dificuldade, uma pessoa que me abraça forte, que me beija com amor e que me faz feliz. Ele faz meu coração bater rápido, faz minha cabeça perder a razão, me faz me sentir em outra dimensão, nas nuvens das quais estamos a obsevar. Ele pega a minha mão e leva junto ao coração dele e diz: ‘’Ele bate por você, ele chama por você. Sem você, ele morre e eu morro junto. Sem você não sei viver, amo você’’

terça-feira, julho 16, 2013

See my heart beats for you.

Ela o vê sentado de modo todo confortável e bem largado no sofá , com o controle de vídeo game na mão e os pés no braço do sofá. Ela chega de mansinho, e o surpreende com um leve beijo na bochecha, fazendo com que ele soltasse o controle e repousasse suas mãos no seu rosto, puxando o rosto dela em direção a sua boca, selando o beijo.
Ela senta ao seu lado, ele logo repara que ela está vestida como ele gosta. Uma camiseta dele que para ela serve como vestido que cai até a cima dos joelhos, um coque meio bagunçado e descalça...coisa simples, mas que para ele, era a coisa mais linda.
Ele suspira fundo, e fica a observar por alguns instantes até ele ser interrompido por um sorriso que veio juntamente com uma pergunta irônica:
-Vamos ver quem vai vencer?
Ele sorri de volta, entrega um controle para ela e começam o jogo.
Ele no meio do jogo, com uma das mãos, faz uma leve cosquinha na barriga da sua amada. Ela pausa o jogo, chega perto dele, e revida com outra. E sucessivamente outra e mais outra até ela perceber que ele estava segurando seu braço, ela deitada no sofá e ele em cima dela. Ele a olha e a beija...Os dois tinham tanta paixão no beijo que logo sucedeu-se um abraço, a carícias...
Ela deita no peito dele e diz segurando a mão dele junto a sua:
-Ei, você acha que vamos ficar juntos até ficarmos velhinhos?
Ele responde acolhendo a mão dela junto ao peito dele:
-Está sentindo ele bater?
Ela responde:
-Sim, estou..
-Ele só irá parar de bater por você quando eu morrer.
Ela repousa a cabeça nos braços dela sob o peito dele e olhando para ele, diz:
-Isso foi a coisa mais linda que já disse para mim...O meu coração também só irá parar de bater por você quando eu morrer!- Termina ela com um sorriso inocente.
-Eu adoro quando você sorri assim, me faz ver o quanto é perfeita para mim...Escuta, tá vendo tudo isso que está ao nosso redor? Isso são apenas coisas que complementam a nossa vida, o essencial está aqui- Ele levanta, a coloca no colo e termina sussurrando no ouvido dela: Bem aqui...você. Te amo.


sábado, julho 13, 2013

Tão eu...

“Ela é boba, ri de tudo e faz palhaçada. Ela sabe ser seria, fria e grossa. Ela é romântica, sentimental e se apega muito fácil. Ela se apaixona por sorrisos, gosta de abraços apertados e de andar de mão dada. Ela gosta de gente que a valoriza, gosta de se sentir importante e mais ainda quando é mimada. Ela ama fazer carinho, mexer no cabelo dos outros e de “morder” as pessoas que gosta. Ela é uma garota difícil de lidar, está cada hora de um jeito e é péssima em demonstrar o que sente. Ela se importa,tem medo de perder e sente muito ciumes. Ela é um doce de menina, mas não a machuque pois esta pode ficar amarga.”

domingo, julho 07, 2013

Realização

Sentado num canto de uma saleta de leitura, envolto por um clima de nostalgia onde o silêncio reinava, até ser quebrado uma hora e outra por canto de pássaros. A saleta era encoberta por fracos raios de sol que terminavam justamente na poltrona, onde sentado de modo confortável e ereto, com o livro entre as mãos, um livro de capa vermelha de folhas amareladas, ele olhava por entre os óculos posicionados na ponta do nariz, linha por linha,letra por letra formando assim a história lida.
Uma leve brisa tocava seus cabelos grisalhos, os bagunçando suavemente, forçando o Sr.Bernardo os arrumá-los de vez em quando. Ele era sozinho, numa casa que cheirava a pinha por conta da escada de madeira que levava ao segundo andar.
A sua rotina era sempre a mesma,acordava, tomava seu café e lia seu livro de capa vermelha. Após o almoço, ia para o conservatório dar aula de piano para o seu único companheiro, Ed.
Ed adorava as aulas de piano e após cada aula, ele ia para a casa de Bernardo ler seus livros e antigas poesias feitas quando ele ainda era um famoso escritor  da literatura de seu país.
-O senhor escreve muito bem. Elogiou Ed.
-Obrigado menino. Fiz uma poesia hoje mais cedo, quer ler?
-Gostaria muito de ler!Exclamou o jovem.
Bernardo foi até a sua escrivaninha de escura madeira, abriu a gaveta e pegou a folha em branco, a não ser no fim da mesma. Bernardo entregou ao garoto e sentou-se na sua poltrona.
Ed pegou o papel, sentou-se também ao lado da poltrona de Bernardo e percorreu os olhos na folha e ao fim leu: ‘’Neve’’, escrito em letras miúdas e espaçadas. O menino ficou intrigado com o que leu e perguntou:
-Neve?!Por que isso?
-A folha está em branco a não ser no seu fim, certo?-Indagou Bernardo olhando para Ed com um olhar contente.
-Sim. Respondeu ainda intrigado o jovem.
-Pois então, se você pensar bem, a parte em branco poderá ser a ‘’neve’’ que escrevi, se você tiver uma bela imaginação.Muitas vezes, meu jovem, os sentimentos não estão somente nas palavras, mas podem estar também no que se pode imaginar e sentir.-Terminou de dizer com o olhar distante por entre a janela.
Ed calou-se e pôs a pensar. Pensou no grande sofrimento em que Sr. Bernardo passou a ainda passara. Ele foi esquecido na sua profissão de escritor, perdeu a sua família e ainda vivia de aluguel em sua casa. Porém adorava dar aulas de piano e receber as visitas de Ed, já que o garoto era o único que o respeitava no bairro, todos os outros não tinham paciência com o Sr. Bernardo por conta de uma doença da idade que ele possuía.
Depois da longa reflexão, Ed corta o silêncio dizendo:
-O senhor é um ótimo escritor!Tem que ser lembrado novamente.Prometo que tentarei fazer com que o grande Bernardo Nogueira , volte ao seu tempo de glória!
Bernardo respondeu entre um sorriso de canto de boca:
-Gosto do seu otimismo , guri.-Voltou-se e sentou novamente na poltrona.-Pode ser uma ideia boa, tens um grande coração.Mas já estou velho demais para isso.
-O senhor me disse que velhice está naquele que a teme, e o senhor não a teme!Vou fazer esse sarau no fim de semana e o senhor estará presente! Respondeu Ed entusiasmado e contando nos dedos o que ainda tinha que fazer.
-Pois bem menino, eu irei participar.Mas já está na hora do senhorzinho  ir para a casa.Disse Bernardo.
-Está bem.Vou organizar tudo.Respondeu Ed saindo porta a fora.
Passado a semana, o sarau promovido por Ed, estava pronto. Incluía música e claro, as poesias de Sr. Bernardo.
Ed fez questão de apresentar a todos o seu amigo do conservatório. Sr. Bernardo declamou suas poesias e voltou a ouvir os mesmos aplausos  de antes. Bernardo Nogueira voltou a ser respeitado novamente.
Realizado, jovem e o senhor, prosseguiram contentes o sarau.
Após o término, Sr. Bernardo volta para a sua casa, sentas-se na sua antiga poltrona, com folha e caneta em mãos, escreve:
‘’Me deram a melhor sensação do mundo novamente, a de ouvir aplausos.
Me deram o mesmo sorriso de felicidade, de quando era escritor.
Me deram o respeito novamente, superando  todos os meus medos e preconceitos.
Mas o mais importante, ganhei uma família da qual Ed será sempre um filho para mim.Agora eu posso dizer adeus a esse mundo.

Contente e realizado de novo.’’
Assim, foram as últimas palavras deixadas ao Ed. Sr. Bernardo  se foi.Foi-se para uma viagem longa e sem volta. Mas deixou a convicção ao Ed e para os outros de que não é a velhice que impede alguém de fazer algo, mas sim o seu coração ‘’velho’’ , temeroso e fechado. Todos somos iguais e adquirimos conhecimento e não velhice ao longo do tempo.


Eu não sei como começar a falar...

 ...de algo que só sinto...
                                                                               

Esse teu jeito de me sentir menina-mulher, esse seu jeito de me fazer sorrir um sorriso mais doce e cheio de alegria...esse seu jeito de me olhar, no qual coradas bochechas tonalizam meu rosto.Com olhar cabisbaixo me encontro, mas não é um olhar de tristeza é um olhar do qual revela um pouco talvez da timidez.
Gosto desse seu jeito de me abraçar, é um jeitinho inocente mas tão aconchegante...
Esse teu sorriso de menino que me encanta me deixa tão apaixonada por você.
Seu olhar de homem maduro me dá a certeza de que você é sim alguém certo para mim? Será?! Aaaah, dúvidas agora não cabem nesse breve espaço de sentimentos que nos rodeiam quando estou perto de você.
Nesse breve espaço de sentimentos só faz crescer. E que se torne forte!E que se torne mais que uma paixão, mais que um amor...que se torne eterno.


segunda-feira, janeiro 14, 2013

A universe called Blue Ice.

Tudo tem o motivo para acontecer.
Ás vezes acontecem coisas que não planejamos e outras vezes ocorrem exatamente como queríamos.
Mas eu sou daquelas que não sabe esperar muito tempo por alguma coisa, gosto de sair pensando em como ela poderia acontecer, o modo, o por que.
Penso em tudo: como deveria se passar, o lugar, a roupa, o aroma, as falas...tudo.
Mas eu saio pensando tanto nisso, que até assusta,crio um universo dentro da minha mente que nem eu me encontro dentro dele por acaso.É tão imenso e intenso que esse universo se torna real dentro de mim.
Li um livro uma vez que a garota criava um universo dentro dela, era tão real que automaticamente ela se transportava para ele.Ela sonhava acordada, mas o sonho ia se tornando tão real que ela trazia consigo uma parte dele, uma folha de alguma árvore que ela encostou ou outro objeto.
Estou ficando igual á ela.Me teletransporto para meu universo que tenho medo de ficar presa nele como a menina da história.
Crio inúmeras histórias de vários gêneros mas não estou conseguindo transferir em palavras ...fica tudo preso dentro de mim como se fizesse parte de mim, como se fosse alguma parte do meu corpo.
Não sei, mas isso começa a me assustar....

sábado, janeiro 12, 2013

Sacrifice


...Ele a coloca contra a parede, segura no alto de seu corpo os pulsos dela os colocando também contra a parede a deixando totalmente sem saída. Ela com a respiração um pouco fumegante diz com os olhos fixados nos lábios dele:
-O que está fazendo?
Ele com o olhar também fixado nos lábios da garota responde:
-Apenas o que deveria ter feito há muito tempo...
-Mas...você...-Antes que ela pudesse completar sua fala, ele a beija a deixando sem reação.
Após o beijo apaixonado, ele a solta e ela o deposita as mãos em seu peito e sobe o olhar até seu rosto e diz:
-Não deveria ter feito isso! Você sabe os motivos. Por favor  vá embora.
-Você quer que  eu vá embora?Disse ele com a voz um pouco irônica e com um sorriso de canto de boca.
-Não!Quero dizer, sim!Respondeu a garota empurrando o garoto para a porta de saída.
-Se você não quer, eu fico!-Firmou os pés no chão, sentou-se no sofá  e olhou sorridente para a garota e ainda completou-Você gostou do beijo e você queria que ocorresse, apenas não quer assumir.
-Por favor, vá embora!Não complique mais as coisas.
-Tudo bem, eu vou.Mas antes, te digo uma coisa: seria estranho se eu não me apaixonasse por você.Você é diferente, tem suas qualidade e defeitos.Mas não sei..há algo em você que chama a atenção mais do que tudo o que eu já vi! Você tem a alegria em si, mesmo triste sabe lidar com a situação.Sorri em vez de chorar, caçoa de si mesmo quando deveria si magoar.Sabe, não deveria, mas me apaixonei por você.
Ela encantada com tais dizeres, ficou um tempo calada, mas logo em seguida caminhou para a porta, colocou a mão na maçaneta e antes de rodá-la ele colocou a mão no seu pescoço fazendo o corpo da garoto arrepiar por inteiro e cochichou: ‘’Me desculpe, mas eu não vou parar de gostar de você. ‘’
Então, ele virou as costas de se foi.A garota sentou-se no chão de costas para a porta e colocou-se a pensar. Ficou refletindo sobre o ocorrido e chegou a conclusão de que deveria se afastar do garoto.Ela o amava mas nunca teve a coragem de lhe dizer, pois ele tinha compromisso com outra pessoa. Aquele beijo foi algo inevitável de ambos.O desejo havia falado mais alto e acabou ocorrendo o ato.Para ela, aquilo foi o sinal de que deveria ir embora e o deixar ser feliz como antes de conhecê-la.Ela precipitadamente,  começou a juntar suas roupas e alguns objetos, colocou-os dentro de malas e logo em seguida, saiu.
Seguiu para a rodoviária da cidade, certa do que estava fazendo. Mas antes, ela ligou para o garoto.Ele não estando em casa, deixou um recado:
-Não nego que gostei do beijo...não nego que gosto de você.Mas é preciso eu me afastar de você.Deixar você viver a sua vida.Não quero lhe causar problemas e muito menos te deixar entre dois caminhos.Estou indo embora por um tempo.Vou esquecer toda essa história e quando eu estiver pronta, voltarei.
Ele havia chegado em casa bem na hora em que ela tinha acabado de terminar seu recado.Ele voltou a fita e escutou atentamente o despedir da menina.Chateado, vai na tentativa de impedi-la de ir embora.Em vão.Ela se foi.
No caminho, ela olhava para a janela e pensava em todas as conversas que teve com ele e em todas as coisas que passaram.Suas lágrimas insistiam em sair por seus olhos mas logo ela os enxugavam e não deixavam tais saírem. Mesmo chateada e confusa, sabia que era o melhor a ser feito.Ter ido embora.Sabia que se continuasse ali, a atração iria aumentar complicando ainda mais vários assuntos.
Mesmo longe, ele ainda insistia em ligar para a garota, deixar inúmeros recados .Foi até um dia ele se cansar e ela perceber que ele havia a esquecido, dando assim a oportunidade de voltar para sua casa.Voltou, sem avisar para ninguém depois de uma viagem longa.
Ela por fim, o viu na rua feliz como antes.A cena rasgou-lhe o coração, ela se debulhou em lágrimas mas um sorriso saiu de seus lábios, um sorriso que demonstrava a sua ‘missão cumprida’ da qual, era vê-lo feliz como antes.